domingo, 31 de outubro de 2010

Organização e limpeza andam de mãos dadas - parte 1



Hello, people.

Hoje eu começo uma nova série de posts sobre limpeza e organização.

Minha casa sempre foi arrumadinha. Nunca deixei nada ficar extremamente sujo nem nada do gênero, mas alguns hábitos foram mudando quando as crianças chegaram.
Antes, quando éramos só eu e meu marido, a casa ficava mais tempo limpa, então só duas limpezas na semana davam conta tranquilamente (mesmo porque era difícil ficarmos em casa). E todo o tempo livre restante era usado pra descansar, relaxar e assim por diante.
Porém, o tempo livre acabou com a chegada das crianças. Quando o primeiro nasceu, perdi a total noção da rotina, porque tudo girava em torno do bebê. Quando me acostumei, veio o segundo, e uma nova rotina. E depois do segundo, veio um bichinho de estimação que mudou tudo novamente (que não ficou muito tempo).
Depois de frequentar algumas vezes a casa de uma vizinha (a única com quem tinha contato dentre 161 condôminos) que era costureira, decidi tomar vergonha na cara e me esforçar um pouco mais.
Pois é, apesar da minha casa estar sempre limpa, ela nunca parecia realmente limpa...porque normalmente haviam brinquedos jogados, coisas fora do lugar, e o cheirinho de limpeza não durava muito também... ficava só no dia que eu fazia a faxina e olhe lá...
E certamente eu devia estar fazendo alguma coisa errada, porque por mais que nessa época eu já fizesse limpezas diárias por causa das crianças (é...com criança você tem que limpar a casa todo dia...chão sujo e bebês que engatinham não combinam), a casa nunca ficou com cara de casa de revista, sabe? E poxa, a casa da D. Lídia (essa minha vizinha) sempre estava exemplar! E ela passava o dia todo envolta à linhas de costura e restos de tecido e ainda tinha um neto (bem mais bagunceiro que os meus filhos) e um cachorro que ficava passeando pelo apartamento o dia todo!

Por isso, decidi pesquisar a respeito e achei um livro super bacana: "Casa Limpa e Arrumada - de Donna Smallin".
É uma verdadeira bíblia. Tem de tudo, desde a explicações e definições à tipos de produtos de limpeza e os diferente tipos de acessórios e eletrodomésticos que existem no mercado e que são mais indicados.
Foi uma ajuda e tanto. Pois aí percebi onde estava pecando :)

E é com base nele que fiz esses posts.

Pra começar vamos entender exatamente algumas definições.

Limpeza: é o processo da remoção da sujeira. Aquele basiquinho do água e sabão/ água.Você vê logo de cara a diferença. Mas isso não necessariamente quer dizer que o local está livre de germes. Você só baixou a quantidade de germes a um nível aceitável e inofensivo.

Desinfecção: aliado à limpeza, esse processo sim mata os germes. Por isso que é sempre bom desinfectar sua cozinha, seu banheiro (pô, essa todo mundo já sabe!) e o quarto das crianças.
Não adianta passar um pano com desinfetante doméstico pela casa sem antes passar uma vassoura e um pano úmido pra limpar o chão. O desinfetante não faz milagre.

Sanitização: às vezes confundido com desinfecção, esse processo é semelhante. Aliado também à limpeza, ele baixa um pouco mais a quantidade de germes e os poucos que restam morrem rapidamente. Exemplos de agentes sanitários naturais: vinagre de vinho branco, lenços higiênicos.

Desodorização: confundido com renovação do ar que simplesmente mascara os odores domésticos. A desodorização mata as bactérias causadoras desses odores, o que faz com que o odor suma. Você pode usar bicarbonato de sódio ou vinagre já que eles absorvem odores.

Organização: é processo de encontrar um lugar adequado para as coisas que você tem e se desfazer de tudo que ocupa espaço, acumula poeira e não tem mais utilidade para você. Quanto menos bagunça, mais rápida e fácil é a tarefa de limpar e manter limpa sua casa. Fora o fato de que a arrumação regular dos objetos que ficam fora de lugar é importante, pois economiza tempo e energia na hora da limpeza e melhora a aparência do seu lar.

Resumindo:
1) Organize as coisas no seu lugar devido. Mas poxa eu acabei de mudar e não sei onde colocar cada coisa... Vá por partes. Cada objeto fica em seu respectivo ambiente. Não é porque você acabou de se mudar que sua fruteira vai ficar na sala, ne? Depois, tente guardar tudo dentro dos móveis como ficava na sua casa anterior. Por exemplo: na cozinha. Na sua casa anterior, seus copos e pratos ficam num determinado armário...então devolva-os pra lá. Quando você tira o grosso dos objetos do caminho, fica mais fácil definir o restante. Já os que você não tem certeza, use a lógica. Ex.: Talheres? O ideal é que fiquem à mão, de preferência na primeira gaveta do gabinete da pia. Não tem gabinete? Compre um desses gaveteiros de plástico que vendem em grandes supermercados. Podem não ser lindos, mas com certeza dá um aspecto melhor que um monte de talher dentro de um copo em cima de uma mesa tomando pó.

2) Limpe. Lave tudo. Não tem ralo onde você quer lavar? Lave pequenas áreas e use um balde e um pano pra tirar a água do chão.

3) Sanitize móveis e superfícies de muito contato como fechaduras e os móveis das crianças.

4) Desinfecte sua casa. Cozinha e banheiro são indispensáveis. Densinfetante no chão da casa inteira é uma boa pedida. Não use aquelas bactericidas que usam em hospitais. Não são indicados para uso doméstico, pelo mesmo motivo que antibióticos não devem ser ingeridos toda hora, eles quando não matam de vez as bactérias e germes os deixam mais resistentes! Então use um desinfetante doméstico, ou faça um se preferir algo mais natural.

Seguindo isso dá sim pra manter sua casa arrumadinha e limpíssima.
Sei que às vezes não temos saco vontade de fazer nada. Problemas de saúde, financeiros e atribulações da vida às vezes tiram nossas forças... Mas poxa... também há os dia nos quais a gente acorda e olha em volta e a mão já começa a coçar pra colocar tudo no lugar e deixar tudo brilhando. Então chuchus, aproveitem esses dias e vão à forra! ^^
Nos próximos posts vou colocar as sugestões para a rotina de limpeza. Parece coisa de maluco, mas dá certo.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O incrível mundo das fanfics

Ta-rã! Finalmente vou postar algo que venho bolando há um bom tempo: um breve resumo sobre algo que amo...as fanfics!

Bom, pra começo...o termo fanfic vem da junção de duas palavras: fan (fã em inglês) e fiction (ficção, também em inglês). Ou seja ficção feito por e/ou para fãs.

Tá, mas o que leva uma pessoa a perder tempo escrevendo algo assim? E mais, o que leva alguém a ler algo de um desconhecido?

Harry Potter ainda é campeão de fanfics
Aí é que tá o grande lance. Como é feito por fãs, então logicamente é sobre algum livro, filme ou série já publicado ou filmado. Então nada mais é do que um "E se..." que normalmente conta o que acontece depois do fim de determinada história ou simplesmente muda completamente depois de algum ponto cronológico da série. O céu é o limite e as possibilidades são praticamente infinitas.
Como nas fics (apelidinho carinhoso ^^) você já conhece o básico da história e o universo ao qual ela pertence, isso faz com que automaticamente você já tenha uma certa afinidade com as personagens, o que aumenta a aceitação do que você está lendo mesmo que não seja do autor original.
E se o fanficwriter (ou o escritor/autor da fanfic) conseguir manter as personagens fiéis e seguir mais ou menos o mesmo ritmo do autor original é quase que certeza que consiga atingir o mesmo público fiel e cativo. Porque uma coisa é fato. Fã que é fã não fica quieto esperando a boa vontade do autor lançar algum livro novo. Fã cavuca na net até achar a continuação dos livros...porque afinal, o que é que a gente não encontra na net? E se não achar, você pode ter certeza de que ele escreverá algo :)
Mas poxa, como você fala com tanta certeza? Por experiência própria, é claro.
Quando a J.K. Rowling, autora da série de livros do Harry Potter, deixou a todos naquele jejum depois do quarto livro até o lançamento do quinto (dois anos de tortura, sua sádica!!!), eu fiquei um tanto quanto inquieta e comecei a fuçar  na net. E para meu espanto, encontrei vários sites dedicados a fics de Harry Potter, como a Harryoteca e o Edwiges Homepage.
Não preciso nem falar que li todas, de ambos os sites. Mas eu leio muito rápido, e mesmo as fics que mais parecem livros (com mais de vinte e três capítulos...hehe) eu termino em dois dias e olhe lá. Os livros dela mesmo o que mais demorei eu li em quatorze horas ^^
Bom, depois que as em português esgotaram, eu li as em inglês no fanfiction.net (maior site de fics do mundo). E quando essas acabaram... bom aí eu decidi escrever as minhas :)

Fanfics de vampiros...onde todos são humanos...oi?
Mas poxa, como é uma fic?
Você pode seguir totalmente a história original e só mudar o gênero...tipo uma historinha leve como Harry Potter, você pode seguir a história, mas escrevê-la como um filme de terror, matar uma personagem, não ter um final feliz e por aí vai. Assim como você pode também escrever uma comédia.
Há também a opção de você usar um universo alternativo, no qual você usa só as personagens e muda tudo sobre o universo, como por exemplo na fics de Crepúsculo nas quais todas as personagens aparecem porém são todos humanos. Ou você pode ainda manter o universo e modificar algumas personagens de modo que encaixem com seu plot (plot = enredo), que é o que eu faço.

Mas então só é preciso ter uma boa imaginação?
Não é bem por aí. Imaginação e criatividade são indispensáveis, lógico. Porém você precisa saber como montar a história, manter um ritmo e usar as personagens.
Mas como? Primeiro defina o plot. Tenha em mente como vai ser o seu roteiro por inteiro. Aqui você pode usar aquele esquema básico de 25% para introdução da história e das personagens, 50% para o desenvolvimento da história e os 25% restantes para o desfecho. É lógico que isso não precisa ser seguido à risca. É só pra você não se perder nem ficar esticando demais uma parte da história, não dando a devida atenção à outras.
Depois você precisa saber quais são as personagens principais e quais são as secundárias e definir bem seus papéis. Só se certifique que o plot não gire totalmente em torno da personagem principal. Para isso tenha micro plots com as personagens secundárias interligados à trama principal (como nas novelas), assim a história não fica cansativa e nem fraca.
Depois disso é só começar a escrever e tomar cuidados básicos que seguem o mesmo princípio dos quadrinhos: terminar na melhor parte. Ou seja você dentro do capítulo usa o esquema básico do plot, mas não termina exatamente, você deixa um gancho pro próximo capítulo, o que basicamente obrigada a quem lê a ler o próximo capítulo e assim por diante para que possa entender o todo.
Você também pode criar personagens novos, o que é arriscado, já que a personagem nova pode vir a ser uma Mary Sue (nome dado à todas personagens originais em fics que são perfeitinhas demais, chatinhas demais, lindinhas demais), ou pode aumentar a participação de alguma personagem que você acha que tem algum potencial mas que não foi explorado o suficiente na trama original, que é o que eu faço ^^

Mas e quanto ao gênero?
Bom, comédia é sempre muito bem aceita. Mas cuidado pra não não cair na paródia e escrever um novo "Todo mundo em pânico". Se for faça uma one shot, ou seja, uma fic só, sem capítulos adicionais. Assim não cansa.
Drama e angústia é sempre bom. Quem não gosta de ler algo com uma caixinha de Kleenex? Eu amo! Mas tudo tem limite. Você não quer seus leitores se matem ou desidratem de tanto chorar antes de acabar de ler a sua fic. Então dose com outros gêneros e seja feliz.
Aliás, eu acho que uma boa fic, assim como um filme ou livro tem que ser assim: dosado. Você tem um gênero principal, mas você põe toques de comédia, um pouco de drama, de aventura. Fica mais real, mais parecido com a vida.

Mas e as personagens? Como deixá-las fiéis e ao mesmo dar o seu tom?
É sempre bom ter um esquema pras personagens. Esqueça o mocinho e bandido (a não ser que queira escrever sobre o Daniel-san!). Coloque todos com lado bom e ruim, assim como todas as pessoas (lembra de Duas Caras???) ^^ Você pode até fazer uma lista com os atributos de cada personagem, o que ela gosta, detesta, abomina. Assim fica mais fácil interpretar quando você for escrever. Porque tudo se resume a isso. Você entende a personagem, e interpreta o que ela faria, falaria, como reagiria.

Mas do que eu escrevo?
Escreva sobre o que gosta. Se ama um livro, escreva sobre ele, ou se for um filme...tanto faz. Só goste do que faz. Porque escrever leva tempo e exige uma paciência absurda. Conheça bem o universo sobre o qual está escrevendo para não cometer erros banais como trocar nomes, errar descrições e coisas assim. E conheça o bastante para poder modificá-lo caso queira.

Mas e suas fics?
Ah, sim. Agora chegamos na parte divertida :)
Até hoje só escrevi fics de Harry Potter. Simplesmente a-do-ro. O universo é muitíssimo bem construído e as personagens são incríveis. A mais antiga eu venho escrevendo desde junho de 2003. Eu não era nem casada ainda...hehe
Escrevi duas fics até hoje e traduzi mais duas. E são os meus xodós.
Até uso meu nome como no profile, mas como nos meus fanzines (depois faço um post sobre isso) eu assino com um pseudônimo. No caso das fics, o pseudônimo foi usado não para simplificar, mesmo porque é mais longo que o meu nome (Dracona Malfoy...é eu sei...não estava muito inspirada no dia ^^), mas sim para evitar e-mails inflamados de fãs revoltados com a zoeira que fiz na história...hehe Porquem sim, eu modifiquei tudo por puro capricho porque estava entediada no dia que comecei a escrever. Achei que iriam odiar, mas não é que acabaram gostando? Tem louco pra tudo nesse mundo...hehehe
As minhas duas fics são interligadas. A Only Time foi a primeira e começa depois do quarto livro da série. Então para a minha fic, o quinto, sexto e sétimo livro nunca existiram ;) A segunda é a Irmãos, que se passa por volta de vinte anos antes da Only Time, e que mostra o passado das famílias que se reencontram na Only Time.
O gênero principal da Only Time é romance, e nela eu mudo o sexo de uma das personagens...HAuhUAhu mas dou uma explicação tão boa que quem lê fica até na dúvida se a fic é a minha ou a da Rowling (me achei ó)...hihi Já o da Irmãos é drama :) Mas ambas são bem dosadas com comédia, aventura e suspense.

Enfim, é um passatempo gostoso. Tanto ler quanto escrever. Você consegue achar desde a melhor obra-prima até o pior lixo que você já leu. Vale a pena e eu recomendo.

Quem tiver saco paciência e quiser checar as minhas fics, acesse esse link: fanfiction.net/~draconamalfoy.

Quer procurar fics de qualquer tema? Confira o maior site de fics do mundo: fanfiction.net.


Fica aí a dica ;)

Suas unhas lascaram?

Recebi essa dica por e-mail de uma amiga e achei que valia postar.
Ela viu num blog e repassou pro povo porque é de utilidade pública!

Quem nunca teve um trabalhão pra manter as unhas perfeitas, bem cortadas, pintadas, de um bom tamanho e de repente, ao esbarrar em alguma quina de algum móvel quebrou ou lascou alguma unha?
E agora? Só resta cortar todas as outras unhas que estão lindas só por causa de uma? Ou pior... deixar só uma curta?
Nops! É só colar ^^ Isso se estiver lascada. Agora se quebrou mesmo...aí eu sugiro colar uma unha postiça nela até crescer um pouco mais e pintar com uma cor escura pra disfarçar.

Abaixo segue o passo-a-passo de como recuperar uma unha lascada.

Unha com canto lascado
Material necessário
*Tesoura
*Sachê de chá (só o saquinho não usado)
*Base
*Esmalte (de preferência escuro e que tenha uma boa cobertura)

Primeiro pegue um saquinho de chá (desses tipo Mate Leão), corte a ponta e despeje o conteúdo fora. Só vamos precisar do saquinho. Com o saquinho já vazio, corte um quadrado suficientemente grande pra cobrir a área afetada da unha, como na foto abaixo.
Olha o quadradinho
 Aplique esse quadrado em cima da parte que você quer recuperar.
Viu? Cobriu a parte que lascou todinha
Depois você aplica base por cima. Só vá com cuidado pro papel não sair do lugar. Você pode ajeitar depois com um palito ou pinça.
Unha já com a base
Depois é só esperar a base secar e pintar a unha normalmente.
Efeito final ^^
Bom, eu fiz o teste antes de colocar o post, e realmente como a Beta, do blog que a minha amiga viu disse, não fica 100%  Mas com um esmalte escuro e não muito fino não resolva. Como um paliativo até sua unha atingir um tamanho aceitável acho super válido.
Sai com removedor comum, e você pode refazer tudo quando trocar o esmalte novamente por quantas vezes achar necessário.

O post original com essa dica foi tirado daqui.

domingo, 17 de outubro de 2010

Receita de Bolo Prestígio

      Hoje eu decidi colocar uma receitinha muito querida. A primeira que aprendi a fazer na vida...hehe (e provavelmente a única que consigo fazer com perfeição). Com muito custo e choradeira, mamãe ensinou o passo-a-passo desse bolo (que nunca constou em nenhum caderno de receita) e depois de ter aprendido com louvor (super modesta eu...) virei a boleira oficial da família, já que mamãe aproveitou que outra pessoa também sabia fazer tão bem quanto ela e pulou fora...HAuHAU.

      Enfim, é um bolo super simples de fazer e que não fica enjoativo. Demora menos de 45 minutos pra ficar pronto e dependendo da decoração que você colocar dá pra fazer até nas festinhas de aniversário ^^

Bolo Prestígio com confeitos de power ball que fiz no aniversário do ano passado das crianças, em casa

      Bom, vamos lá.

Ingredientes:
3 ovos
1 xícara de chocolate em pó
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha
1 colher de sopa de fermento
1 xícara de leite
3 colheres de margarina

Modo de preparo:

1º) Quebre os ovos e separe a gema da clara. As gemas vão no pote grande da batedeira e as claras no pequeno. Como a minha é super simples, só veio o pote grande, então eu uso um pote redondo grande de plástico (esses de R$1,99 mesmo). Faça as claras em neve.

Clara em neve, feita no pote de R$1,99 ^^

Fica no ponto quando está firme o suficiente pra você virar o ponto pra baixo e não cair a clara em neve :)

2º) Bata o açúcar, as gemas e a margarina. Bata bem, de preferência na velocidade mais alta da sua batedeira, mas não durante muito tempo. Senão seu bolo vai ficar encruado. Bata o suficiente pra deixar a massa homogênea, sem aqueles pedacinhos de ovo aparente.
Viu? Sem nenhum pedaço de ovo... tudo homogêneo
3º) Acrescente em seguida a farinha, o leite e o chocolate. Bata numa velocidade média pra não espirrar o leite. Depois que os ingredientes não estiverem tão separados, dá pra aumentar a velocidade. Pré-aqueça seu forno a 180º. E unte a forma que vai usar.
Aqui ainda sem leite e o açúcar
4º) Misture à mão o fermento e as claras em neve. Não bata essa parte na batedeira. Do contrário seu bolo corre o risco de ficar encruado :) E assim, o bolo fica bem fofinho.
Misturado â mão.  Dá pra ver a textura? Parece chocolate aerado.
5º) Coloque a massa do bolo na forma untada com margarina e farinha de trigo e asse o bolo no forno médio por volta de 25 minutos. Quando estiver pronto ele vai começar a cheirar. Abra o forno e antes de tirar o bolo faça um teste e espete um palito nele. Se sair limpo está pronto. Se sujar o palito deixe mais um pouquinho.

6º) Quando tirar o bolo, passe uma faca em volta do bolo, assim quando o bolo esfriar, ele solta mais fácil da forma.
Passa a faca! HAUhUA
7º) Agora vai um toque que acrescentei depois. Não gosto de bolo seco, então sempre molho o bolo com leite. Minha avó falava que tinha que aquecer o leite com um pouco de margarina e aí colocar no bolo, e que eu deveria furar o bolo com garfo. Bom, sinceramente, eu testei e não vi diferença alguma entre o leite quente e gelado. Então fiquei com o gelado porque dá menos trabalho :) E quanto ao garfo, eu não gosto. Uso faca mesmo. Os buracos ficam maiores, e tanto o leite quanto a cobertura penetram mais. Então, depois que seu bolo estiver um pouco mais frio, libere o psicopata de dentro de você e esfaqueie seu bolo. regue com leite depois e seja feliz :)
Aproveite para desestressar ^^
8º) Agora é só colocar a cobertura. Eu normalmente uso cobertura de brigadeiro porque sou uma verdadeira formiga ^^ Não costumo desenformar bolo, a não ser em aniversários ou quando tem visita. Como era só pra gente, deixei aí mesmo e coloquei a cobertura. Deixei um pouco na geladeira e quando estava gelado (porque bolo quente dá dor de barriga!) eu servi. Só esqueci de tirar foto antes de servir... que coisa O_o
Vai um pedaço aí?

Me apertou tanto que esqueci de tirar a foto :P Ô vontade comer bolo


Prova de que  o bolo foi aprovado ^^
      Agora só mais uns detalhes básicos:
1) A cobertura que usei é a mesma da massa de brigadeiro. Só deixei mais mole e não em ponto de enrolar.
Massa de brigadeiro:
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de margarina
2 colheres de chocolate em pó

2) Caso você tenha algum alérgico a leite na família, como eu, você pode adaptar a receita. E no lugar de leite usar coca-cola. Só tome o cuidado para usar o chocolate em pó da nestlé (aquele que tem os padres  na frente) e margarina becel original (a da tampa azul) que não tem traço de leite. Pra cobertura, você tem duas opções. Trocar o leite condensado comum pelo de soja, o que eu não aconselho, porque leite condensado de soja tem um gosto horrível e não é em todo super mercado que vende. Ou você pode derreter granulado da Pan (o único que não vai leite) em banho-maria e usar como cobertura.

3) Na receita original desse bolo é usado um recheio (daí o nome do bolo) de beijinho. Mas como aqui em casa nem as crianças nem o marido curtem...acabo fazendo sem o recheio, mas aproveito a massa dessa receita que é mais gostosa e fofinha do que a outra que tenho aqui que é mais dura (não gosto de bolo duro...bolo tem que desmanchar na boca...hihi).
Mas para quem preferir...aqui vai
Recheio (massa de beijinho)
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de margarina
50 gramas de coco ralado fresco ou de saquinho
     
      Deixe a massa mais mole e não em ponto de enrolar. Aí você pode cortar a massa do bolo ao meio com uma linha ou acessório específico ou usar duas massas. Eu, nas poucas vezes que uso recheio, uso duas massas, porque:
a) Mais massa + recheio + cobertura = bolo menos enjoativo;
b) Cortar bolo com linha é o ó. Dá um trabalho danado e como a massa é fofa demais, acaba sempre quebrando...e reconstituir bolo é um saco;
c) Duas massas deixem o bolo muito mais agradável esteticamente falando. Fora que fica mais fácil de decorar também. O da foto do aniversário, por exemplo, usei duas massas, mas como o povo aqui não gosta de coco fiz o recheio também com a massa de brigadeiro. Super calórico, mas totalmente aprovado ;)

É isso aí. Espero que tenham gostado, porque aqui nós adoramos ^^

O D que vai "modar" a sua história


Dia 22/10/2010
Aguardem

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O primeiro selo a gente nunca esquece

Nossa...o título ficou estranhinho...hehe. Mas não foi proposital ^^
Quebrei meu jejum de posts (que vou explicar em outro post, com mais tempo) porque eu TINHA que postar isso: ganhei meu primeiro selinho por indicação da Flá do Gordivinas!
Adorei o carinho. Incrível como gestos pequenos assim alegram nosso dia, ne?

Primeiro selinho ^^
Agora para seguir as regrinhas...tenho que listar 9 coisas que amo e indicar 9 blogueiras :)

Eu amo...

1) Ouvir meus filhos me dizendo "eu te amo" a toda hora.
2) Ser paparicada pelo marido em tudo que é possível.
3) Quando meus filhos me dizem que sou a mais linda e a melhor mãe do mundo :D
4) Ficar rindo e falando besteira com o marido durante horas sobre nenhum assunto importante.
5) Ficar planejando cada detalhezinho da decoração da casa e poder falar: "Fui eu que fiz".
6) Promover encontros ou almoços (quase jantares) para os meus amigos pelo simples prazer da companhia deles.
7) Ler e conseguir viajar com a minha imaginação pra outros mundos quando a minha realidade está muito chata ou pesada pra aguentar.
8) Cantar pra espantar os maus pensamentos.
9) Saber que sempre que eu cair posso contar com a minha família e com meus amigos pra me ajudar a levantar e sacudir a poeira :)

Agora...as minhas indicações? Eu indico os que eu sigo ^^ Indico, recomendo, assino embaixo...hehe

1) Brunecas Fashion
2) Mulheres acima do peso
3) Bruna Preta
4) Irmãs GG
5) Eu, meus filhos e a alergia alimentar
6) O meu príncipe tá vindo de jegue
7) Gordinhas também vivem
8) GGrande Mulher
9) Nega na moda

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Depressão - Saiba um pouco mais

Um textinho básico sobre depressão que eu peguei na net.
Roupas, esmaltes, cuidados, amigos, baladas, projetos até ajudam e/ou distraem. Mas não adianta fechar os olhos pra problemas mais sérios, eles não vão sumir.
Aparentar estar bem por fora é fácil mas não basta, você tem que se cuidar bem por inteiro.   
Leia e se você acha que se enquadra em algo, procure ajuda. 

Generalidades
Depressão é uma palavra frequentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste.
Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão psiquiátrica e a depressão normal seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo. O clima de uma região ordena como ela prossegue ao longo do ano por anos a fio. O tempo é a pequena variação que ocorre para o clima da região em questão. O clima tropical exclui incidência de neve. O clima polar exclui dias propícios a banho de sol. Nos climas tropical e polar haverá dias mais quentes, mais frios, mais calmos ou com tempestades, mas tudo dentro de uma determinada faixa de variação. O clima é o estado de humor e o tempo as variações que existem dentro dessa faixa. O paciente deprimido terá dias melhores ou piores assim como o não deprimido. Ambos terão suas tormentas e dias ensolarados, mas as tormentas de um, não se comparam às tormentas do outro, nem os dias de sol de um, se comparam com os dias de sol do outro. Existem semelhanças, mas a manifestação final é muito diferente. Uma pessoa no clima tropical ao ver uma foto de um dia de sol no pólo sul tem a impressão de que estava quente e que até se poderia tirar a roupa para se bronzear. Este tipo de engano é o mesmo que uma pessoa comete ao comparar as suas fases de baixo astral com a depressão psiquiátrica de um amigo. Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.



Como é?
Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjôos. Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário um grupo de sintomas centrais:

  • Perda de energia ou interesse

  • Humor deprimido

  • Dificuldade de concentração

  • Alterações do apetite e do sono

  • Lentificação das atividades físicas e mentais

  • Sentimento de pesar ou fracasso
Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhoria e piora são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho quando durante alguns dias o paciente sente-se bem. Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas simultâneos, aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. Até que se faça o diagnóstico praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que está acontecendo com elas, julgando sempre ser um problema passageiro.


Outros sintomas que podem vir associados aos sintomas centrais são: 



  • Pessimismo

  • Dificuldade de tomar decisões

  • Dificuldade para começar a fazer suas tarefas

  • Irritabilidade ou impaciência

  • Inquietação

  • Achar que não vale a pena viver; desejo de morrer

  • Chorar à-toa

  • Dificuldade para chorar

  • Sensação de que nunca vai melhorar, desesperança...

  • Dificuldade de terminar as coisas que começou

  • Sentimento de pena de si mesmo

  • Persistência de pensamentos negativos

  • Queixas freqüentes

  • Sentimentos de culpa injustificáveis

  • Boca ressecada, constipação, perda de peso e apetite, insônia, perda do desejo sexual

Diferentes tipo de depressão
Basicamente existem as depressões monopolares (este não é um termo usado oficialmente) e a depressão bipolar (este termo é oficial). O transtorno afetivo bipolar se caracteriza pela alternância de fases deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação do humor. A depressão monopolar só tem fases depressivas. 


Depressão e doenças cardíacas
Os sintomas depressivos apesar de muito comuns são pouco detectados nos pacientes de atendimento em outras especialidades, o que permite o desenvolvimento e prolongamento desse problema comprometendo a qualidade de vida do indivíduo e sua recuperação. Anteriormente estudos associaram o fumo, a vida sedentária, obesidade, ao maior risco de doença cardíaca. Agora, pelas mesmas técnicas, associa-se sintoma depressivo com maior risco de desenvolver doenças cardíacas. A doença cardíaca mais envolvida com os sintomas depressivos é o infarto do miocárdio. Também não se pode concluir apressadamente que depressão provoca infarto, não é assim. Nem todo obeso, fumante ou sedentário enfarta. Essas pessoas enfartam mais que as pessoas fora desse grupo, mas a incidência não é de 100%. Da mesma forma, a depressão aumenta o risco de infarto, mas numa parte dos pacientes. Está sendo investigado.


Depressão no paciente com câncer
A depressão costuma atingir 15 a 25% dos pacientes com câncer. As pessoas e os familiares que encaram um diagnóstico de câncer experimentarão uma variedade de emoções, estresses e aborrecimentos. O medo da morte, a interrupção dos planos de vida, perda da auto-estima e mudanças da imagem corporal, mudanças no estilo social e financeiro são questões fortes o bastante para justificarem desânimo e tristeza. O limite a partir de qual se deve usar antidepressivos não é claro, dependerá da experiência de cada psiquiatra. A princípio sempre que o paciente apresente um conjunto de sintomas depressivos semelhante ao conjunto de sintomas que os pacientes deprimidos sem câncer apresentam, deverá ser o ponto a partir do qual se deve entrar com medicações.
Existem alguns mitos sobre o câncer e as pessoas que padecem dele, tais como"os portadores de câncer são deprimidos". A depressão em quem tem câncer é normal, o tratamento da depressão no paciente com câncer é ineficaz. A tristeza e o pesar são sentimentos normais para uma pessoa que teve conhecimento da doença. Questões como a resposta ao tratamento, o tempo de sobrevida e o índice de cura entre pacientes com câncer com ou sem depressão estão sendo mais enfocadas do que a investigação das melhores técnicas para tratamento da depressão.
Normalmente a pessoa que fica sabendo que está com câncer torna-se durante um curto espaço de tempo descrente, desesperada ou nega a doença. Esta é uma resposta normal no espectro de emoções dessa fase, o que não significa que sejam emoções insuperáveis. No decorrer do tempo o humor depressivo toma o lugar das emoções iniciais. Agora o paciente pode ter dificuldade para dormir e perda de apetite. Nessa fase o paciente fica ansioso, não consegue parar de pensar no seu novo problema e teme pelo futuro. As estatísticas mostram que aproximadamente metade das pessoas conseguirá se adaptar a essa situação tão adversa. Com isso estas pessoas aceitam o tratamento e o novo estilo de vida imposto não fica tão pesado.


A identificação da depressão
Para afirmarmos que o paciente está deprimido temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado e pelo contrário movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.

 

Causa da Depressão
A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Esta afirmação baseia-se na comprovada eficácia dos antidepressivos. O fato de ser um desequilíbrio bioquímico não exclui tratamentos não farmacológicos. O uso continuado da palavra pode levar a pessoa a obter uma compensação bioquímica. Apesar disso nunca ter sido provado, o contrário também nunca foi.
Eventos desencadeantes são muito estudados e de fato encontra-se relação entre certos acontecimentos estressantes na vida das pessoas e o início de um episódio depressivo. Contudo tais eventos não podem ser responsabilizados pela manutenção da depressão. Na prática a maioria das pessoas que sofre um revés se recupera com o tempo. Se os reveses da vida causassem depressão todas as pessoas a eles submetidos estariam deprimidas e não é isto o que se observa. Os eventos estressantes provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis. Exemplos de eventos estressantes são perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave, pequenas contrariedades não são consideradas como eventos fortes o suficiente para desencadear depressão. O que torna as pessoas vulneráveis ainda é objeto de estudos. A influência genética como em toda medicina é muito estudada. Trabalhos recentes mostram que mais do que a influência genética, o ambiente durante a infância pode predispor mais as pessoas. O fator genético é fundamental uma vez que os gêmeos idênticos ficam mais deprimidos do que os gêmeos não idênticos.



Onde procurar ajuda gratuita (ou bem mais em conta) em Santos:

Clínica de Psicologia da Unip (atendimento gratuito com estagiários) - (13)3224-9890
Av. D. Ana Costa, 65 - Vila Matias - Santos - SP

Unipsico - (13)32894048
Rua Luiz de Faria, 52 sala 1 - entre a Policlínica do Gonzaga e o buffet Roda Pião
Atendimento das 9 às 18 horas
Taxa de R$20 de adesão
O valor da entrevista e das sessões varia de acordo com o convênio firmado entre eles e o seu convênio médico

COAIS - Coord. Asistência Integral so Servidor (órgão destinado ao atendimento exclusivo de funcionários públicos de santos ou contratados pela lei 650)
Provisoriamente atendendo no (13)3213-2500, devido à reformas no prédio deles.
Lá você liga, deixa seu nome e telefone, e fica numa lista de espera.

Fora esses você pode acionar seu convênio médico, que de acordo com a ANS (Agência Nacional de Saúde) todos os convênios médicos devidamente cadastrados nela são obrigados a ter um psicólogo. Lógico que há um pouco de burocracia, já que provavelmente vão pedir algum encaminhamento de algum outro médico, mas ainda é uma boa saída pra um atendimento de qualidade e sem custo (afinal, você já paga o convênio ^^).

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